Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012
Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012
As palavras do Obbergruppenfuhrer Schulz dizem tudo.
Os que acompanham o meu blogue já conhecem bem o Obergruppenfuhrer Schulz, sujeito que nunca perde a oportunidade para expor a sua personalidade autoritária através de gestos inúteis, ofensivos e suicidas. Ainda bem. É graças à arrogância desses sujeitos que o verdadeiro fim da União Europeia vai sendo exposto, apesar de toda a propaganda que visa desmentir os factos com doces palavras.
Por via do Nuno Castelo-Branco fiquei a conhecer a última trapalhada deste cavalheiro, que agora se julga no direito de ditar qual deve ser a política externa portuguesa.
Por via do Nuno Castelo-Branco fiquei a conhecer a última trapalhada deste cavalheiro, que agora se julga no direito de ditar qual deve ser a política externa portuguesa.
Os alemães irritados? Óptimo!
Presidente do Parlamento Europeu diz que o futuro de Portugal é “o declínio”
Mais importante que as declarações deste imbecil é a pressa com que dois paus mandados do 4º Reich vieram a público tentar amortecer o efeito dos golpes de chicote de Herr Schulz. Paulo Rangel, um notório internacionalista, agora tenta salvar a própria pele pedindo um esclarecimento, como se a nossa submissão aos ditames de Bruxelas, ou seja, de Berlim, não fossem suficientes provas de que as palavras de Schulz querem dizer o que elas significam, e Capoulas Santos, que faz o mesmo serviço de Rangel debaixo da bandeira do PS, vem fazer uma ginástica retórica para tentar esconder a realidade, dizendo: "Se com estas declarações [Schulz] pretende dizer que há uma incompatibilidade entre as prioridades diplomáticas europeia e portuguesa, não subscrevo".
A incompatibilidade existe e não é com mera retórica que se vai disfarçar o facto que até os portugueses mais desatentos começam a perceber: Portugal dentro da União Europeia vai desaparecer, e isto não é acidental. Matar Portugal é vital para que o projecto europeu siga em frente, afinal, Portugal é apenas a fracção europeia de uma nação multicontinental que pode vir a se tornar um poderoso estado do qual as outras nações europeias dependerão, ao mesmo tempo que não dependerá destas para nada, a não ser como mercados e estados tampões em relação à Rússia.
A incompatibilidade existe e não é com mera retórica que se vai disfarçar o facto que até os portugueses mais desatentos começam a perceber: Portugal dentro da União Europeia vai desaparecer, e isto não é acidental. Matar Portugal é vital para que o projecto europeu siga em frente, afinal, Portugal é apenas a fracção europeia de uma nação multicontinental que pode vir a se tornar um poderoso estado do qual as outras nações europeias dependerão, ao mesmo tempo que não dependerá destas para nada, a não ser como mercados e estados tampões em relação à Rússia.
Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012
Mais um passo na direcção da total destruição da soberania: o desmantelamento das forças armadas.
Caros, este governo de impostores vai dar mais um passo na direcção que há muito anunciei por aqui, agora em relação às forças armadas. A farsa da austeridade, que não passa de um aumento de impostos brutal como intuito de continuar o processo de enfraquecimento da economia e manter os recursos nacionais a ser canalizados para os grandes bancos e para os grupos de pressão que vivem do saque ao erário e mantém a dívida numa trajectória crescente, agora servirá como desculpa para que as forças armadas sejam ainda mais espoliadas e subalternizadas sob o rótulo em voga da reestruturação. O plano é transformarem estas em forças de carácter policial e permitir que futuramente, com o agravar da crise, a defesa de Portugal seja transferida de facto a Bruxelas, encobrindo assim a transferência das riquezas portuguesas, com destaque para a ZEE, com esta manobra. Com o agravar da crise, o que é certo se continuarmos no euro e na União Europeia, serão vendidos os submarinos, os caças, os tanques e as armas pesadas, e serão aqui instaladas forças europeias, tudo sob o aplauso dos idiotas que acreditam que as forças armadas não servem para nada. O tempo está a se esgotar e urge agir se quisermos ter algum futuro digno.
Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012
Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012
Extra: Monarquia arrasa "cosidetta república" na votação em directo da Sic Notícias!
88% dos telespectadores votaram pela monarquia! Que venha o referendo e a restauração de Portugal!
Ceder a soberania à União Europeia significa trocar a riqueza pela escravatura.
Por via do Nuno Castelo-Branco, do Estado Sentido, eis que me chega essa reportagem que confirma o que tenho afirmado aqui há muito tempo:
Isso ainda é pouco diante do que possuímos, especialmente na Zona Económica Exclusiva, o alvo prioritário da União Europeia. Abdicar isso em troca da falsa segurança que o 4º Reich nos dá, que não passa de uma perigosa ilusão, significa condenar milhões de portugueses a isso:
Shale gás: Portugal tem reservas da energia que faz tremer o uso do petróleo
Isso ainda é pouco diante do que possuímos, especialmente na Zona Económica Exclusiva, o alvo prioritário da União Europeia. Abdicar isso em troca da falsa segurança que o 4º Reich nos dá, que não passa de uma perigosa ilusão, significa condenar milhões de portugueses a isso:Trabalhador português da construção civil despejado morto num parque de Bruxelas
Não podia ser mais eloquente, afinal, foi em Bruxelas!
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